terça-feira, 13 de julho de 2010

Bate-papo com Deyan Sudjic

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O livro " A Linguagem das Coisas", de Deyan Sudjic, será minha próxima leitura, fato.

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Sites de compras coletivas

Sites de compras coletivas: parece que esta é a nova coqueluche na web. A ideia, bacanérrima, é a seguinte: clientes cadastrados recebem ofertas de produtos e serviços com descontos de até 90%. Mas para viabilizar este desconto, é necessário que um número mínimo de pessoas adquira a promoção. A prática, já comum no exterior, começa a ganhar força por aqui. Veja quem já está apostando nesta ideia:

Peixe Urbano
Ofertax
Clickon
Zipme

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A gente adora uma pechincha. Mas será que, desta forma, as marcas não correm o risco de habituar seus consumidores a processos de decisão baseados unicamente em preço, relegando a percepção de valor de marca e a experiência?

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Sim, voltei.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Dia de feira!

Photo by Frank Mangan


Que tal uma listinha com todas as feiras que rolam na cidade, a cada dia da semana? A dica valiosíssima é da chef Roberta Sudbrack, no twitter.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Garfo, faca e uma câmera na mão

Hoje vou assim, só pra dar um exemplo brazuca bem conhecido. Com certeza, minha amiga Elis, pesquisadora de moda do bureau de estilo Renata Abranchs, seria capaz de citar uma lista imensa de blogs bem bacanas com essa mesma proposta - registrar as roupas e acessórios que usamos no dia-a-dia. Até aí, ok. O lance é que agora, seguindo essa mesma levada, um montão de gente resolveu fotografar não aquilo que veste, mas o que come.


Flickr


Matéria de ontem do New York Times sinaliza a nova onda, apontando para o aumento de fotografias com a tag "food" no site de compartilhamento de fotos Flickr e também para o fato de que os fabricantes de câmeras estão atentos ao fenômeno, e já lançam equipamentos com configurações específicas para o registro dos alimentos.

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É bem verdade que as justificativas para fotografar cada refeição variam. De qualquer forma, o movimento esboça uma relação diferenciada com o alimento, que de cara, envolve afeto, documentação e compartilhamento. Os restaurantes que perceberem isso e souberem explorar a tendência de forma criativa largarão na frente.

terça-feira, 30 de março de 2010

Chocri. Quando a tentação vira uma puta ideia.


Não, eu não sou chocólatra. Prefiro doces mais sutis, como pudim, um doce de leite com naco de queijo ou uma bola caprichada de sorvete (de milho verde, claro). Os ovos que ganho na Páscoa rendem meses aqui em casa, o que pode parecer um crime pra muita gente. Em homenagem a essa turma e no clima da Semana Santa, eu apresento aqui a chocri, uma empresa alemã, que desde janeiro deste ano está presente também nos Estados-Unidos. A grande sacada? Os caras oferecem chocolate (belga, tá, meu amor) customizado. Isso mesmo! Você escolhe a base, que pode ser chocolate branco ou escuro, e a partir daí, é só adicionar o que quiser: frutas, confeitos, cereal, nozes, avelã etc. E mais: rola uma preocupação em relação à sustentabilidade do negócio, que é muito bacana. Como você deve ter imaginado, a chocri, infelizmente, não entrega no Brasil. De qualquer forma, a gente fica sempre feliz ao se deparar com uma grande ideia, e essa envolve um produto de qualidade, possibilidade de customização, sustentabilidade e conveniência na entrega. Melhor que isso, só brigadeiro.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Recomenda? Eu não.


Semana passada, fui eu renovar o kit farmacinha - xampu, creme hidratante, sabonetes etc. Peguei também um fio dental encerado sabor menta, da Colgate. Justiça seja feita, o cheirinho é uma delícia, mas o fio tende a abrir nas pontas, dificultando seu manuseio. Acontece também de soltar fiapinhos entre os dentes, o que é, no mínimo, curioso, já que me obriga a usar um segundo fio. Resumindo: 50 metros de decepção.

terça-feira, 23 de março de 2010

"Eu não sigo tendências."

Enquanto fashionistas discutem o que é ou não é tendencinha (não me conformo com esse diminutivo), parece que luxo mesmo é encher a boca para afirmar: “Eu não sigo tendências.” A frase, novo mantra cool de designers, estilistas e outros criativos, baseia-se na ideia equivocada de que tendência é ausência de identidade, é abrir mão de estilo pessoal. Não é não, gente. Tendência é vetor que aponta direções. Um denominador comum em disciplinas aparentemente desconexas (moda, design, gastronomia, arte, turismo) que ajuda a identificar movimentos e valores na sociedade. Embarcar nesses movimentos transversais e por vezes, contraditórios, é questão de opção, e muitas vezes, a gente nem se dá conta das influências. Agora negá-las, admitindo falsa e pretensiosa imunidade, é ilusão. Oh dó.