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sexta-feira, 18 de março de 2011

A palestra do Billy

“Como o neuromarketing e a neuroeconomia estão mudando o entendimento do consumidor”. Este foi o tema da palestra ministrada por Billy Nascimento, da Forebrain, no Ibmec, na última terça-feira. O tema, evidentemente, não é nada raso, mas foi apresentado de maneira leve.

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O neuromarketing é uma ferramenta objetiva de pesquisa, capaz de desvendar processos implícitos e de caráter emocional. É concebido sob rigor científico e vem ganhando força no país, vide a recente inauguração do Laboratório de Neuromarketing da FGV SP. Para explicar algumas campanhas, Billy falou do modelo neurobiológico de motivação humana, que contempla os sistemas apetitivo (aproximação) e defensivo (esquiva). Em relação à campanha antitabagista do governo, explicou que a intenção das horrorosas fotos nos maços era desconstruir o apelo ao prazer do objeto de consumo, funcionando mais como um impeditivo para novos fumantes.

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Eu questionei até que ponto a ativação de componentes neurobiológicos ou de variáveis bioquímicas dependia de um repertório cultural ou social. Ele disse que a grande maioria dessas respostas eram de base universal, citando como exemplo, as reações que demonstramos através da face.

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As dicas de pesquisa que eu anotei:
Neurocinema – POP SKULL
Sands Research

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

As empresas que mais respeitam o consumidor

Deu no CCSP. Os dados da 7ª edição da pesquisa “As empresas que mais respeitam o consumidor” foram divulgados hoje, em São Paulo. O estudo foi conduzido pela Shopper Experience em parceria com a revista Consumidor Moderno. Foram realizadas 1.350 entrevistas com consumidores acima de 18 anos, das classes A, B, C e D, residentes em São Paulo, Ribeirão Preto, Recife, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Entre os atributos avaliados - atendimento, qualidade dos produtos e/ou serviços, preço, propaganda (ética, séria e comprometida), responsabilidade socioambiental e monitoramento do índice de satisfação dos clientes por meio de pesquisas. Abaixo, a lista das empresas que mais respeitam os consumidores.


CONSUMO

ALIMENTOS: Cosan Alimentos/União (77%)

REFRIGERANTES: Coca-Cola (69%)

HIGIENE E LIMPEZA: Bombril (65%)

HIGIENE PESSOAL E PERFUMARIA: Johnson&Johnson (65%)

CERVEJA: Ambev (46%)



INDÚSTRIA

ARTIGOS ESPORTIVOS: Adidas (69%)

COMPUTADOR PESSOAL: Apple (67%)

CELULAR: Nokia (57%)

ELETROELETRÔNICOS: Sony (57%)

INDÚSTRIA FARMACÊUTICA: Medley (56%)

AUTOMÓVEIS: Honda (53%)

CALÇADOS: Vulcabrás/Azaléia (53%)

ELETRODOMÉSTICOS: Philips (49%)


VAREJO

FARMÁCIAS: Panvel Sul (61%)

FAST FOOD: McDonald´s (53%)

TÊXTIL / LOJAS DE ROUPAS: C&A (48%)

HIPERMERCADOS: Carrefour (41%)

ELETRODOMÉSTICOS E ELETROELETRÔNICOS: Casas Bahia (35%)



SERVIÇOS

PREVIDÊNCIA PRIVADA: Porto Seguro (52%)

CARTÃO DE CRÉDITO (BANDEIRA): VISA (51%)

REVISTAS: Editora Abril (50%)

JORNAIS: Folha de S. Paulo (47%)

SAÚDE (ASSISTÊNCIA MÉDICA): Amil (47%)

GÁS DE COZINHA: Ultragaz (45%)

POSTO DE COMBUSTÍVEL: Petrobras (45%)

ENERGIA ELÉTRICA: Cemig (44%)

EMISSORA DE TV: TV Globo (41%)

PROVEDOR DE INTERNET: Terra (41%)

BENEFÍCIO REFEIÇÃO: Ticket (40%)

GÁS ENCANADO: Comgás (36%)

COMPANHIAS AÉREAS: Gol (34%)

TELEFONIA MÓVEL: TIM (33%)

BANCOS: Bradesco (30%)

TV POR ASSINATURA: Sky (30%)

TELEFONIA FIXA: Embratel (26%)

SERVIÇOS FINANCEIROS / EMPRÉSTIMO PESSOAL: Banco IBI (19%)

SERVIÇOS PÚBLICOS: CPTM (18%)

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Estudo ouve 12 mil mulheres nos cinco continentes

Levantamento mundial traça perfil do sexo feminino em 22 países e mostra que o poder de consumo das mulheres vai aumentar em US$ 8 trilhões nos próximos cinco anos e saltar para US$ 28 trilhões. É nóis!
via

sábado, 7 de novembro de 2009

Estudo diz que usuários de iPhone são egocêntricos e superficiais. Ainda assim, eu queria o meu.

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Agora, no McDonald`s, promoção Traga um Amigo: na compra de um McLanche Feliz, o outro sai pela metade do preço. Taí, acho que um iPhone e um McLanche Feliz me deixariam contente.

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The return of individualism, um artigo de Lisa Goodwin. Tem que ler.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

A mercadoria e seus desencantos

Seja uma TV de plasma, um par de belos sapatos ou mesmo um carro, a euforia com o produto comprado é passageira. Rapidamente, nos habituamos àquele bem e outro desejo é imediatamente instalado, num ciclo infindável de falsas expectativas e frustrações. Por essas e outras, há quem diga, através de argumentos neurológicos e sociais, que a gente deve investir é em experiências e por elas, entende-se viagens, gastronomia, entretenimento etc. Taí, também tenho essa filosofia. Aqui, o link pro texto (em inglês).

terça-feira, 13 de outubro de 2009

10 tendências do consumidor emergente

As classes C, D e E respondem por 85% da população. Para entender este mercado que movimenta mais de R$ 700 bilhões, o Data Popular e o Datafolha identificaram dez tendências de comportamento. São elas:

1 – consumo de inclusão
2 – identidade e autoestima
3 – acesso e qualidade
4 – educação como investimento
5 – juventude e geração C
6 – vaidade e beleza como inclusão
7 – novos papéis, nova família
8 – redes, dicas e boca a boca
9 – capilaridade e segmentação
10 – tecnologia como investimento


Aqui, os detalhes sobre cada um desses pontos que têm orientado o consumidor emergente.

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Eu já dei um toque no pessoal da redação do site NoVarejo. A página que detalha as tendências está com vários erros de regência e concordância, o que causa uma péssima impressão.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Série Brasil Sustentável

A Ernst & Young, em parceria com a FGV, lança a série Brasil Sustentável, um projeto que reúne dados inéditos e projeções para a economia brasileira, apontando cenários até o ano 2030.

Crescimento Econômico e Potencial de Consumo é a publicação que interessa pra gente aqui. Além das estimativas numéricas, o material propõe uma análise da futura configuração das classes de renda e seus respectivos padrões de consumo. Eu tomei conhecimento da pesquisa através do twitter da HSM.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Brasileiro ainda lê pouco


Não tenho acompanhado o que anda rolando na Bienal Internacional do Livro aqui no Rio este ano, mas uma estatística comentada pelo Luiz Alberto Marinho, chamou minha atenção.
Diz que apenas 7,5% das famílias brasileiras costumam comprar livros não-didáticos, segundo a pesquisa "Livro no Orçamento Familiar", realizada com base em estudo do IBGE e divulgada semana passada. Dos cerca de R$ 5,5 bilhões gastos com leitura por ano no país, mais da metade é para a compra de jornais e revistas, 10% vão para os livros não-didáticos e outros 10% para fotocópias. Marinho explica que estes dados referem-se à pesquisa de orçamento familiar realizada entre 2002 e 2003 e que de lá pra cá, houve um incremento na renda dos brasileiros. Tomara que o índice de leitura tenha também avançado.

domingo, 13 de setembro de 2009

Desvendando a cultura jovem


A MTV apresenta aqui um panorama bem rico do consumidor jovem (termo bastante relativo). Arte, comportamento, marcas, cultura e games são alguns dos temas abordados, que vão apontar os movimentos, interesses e as tendências no universo dessa galera.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Pesquisa Cetelem

A Cetelem, em parceria com o Ipsos Public Affairs, divulgou em seu site o relatório O Observador 2009, um amplo estudo realizado sobre consumo, varejo e crédito no Brasil. Os dados também foram apresentados no 2º Painel de Tendências, promovido pelo jornal O Globo. O evento, dentre outros pontos, abordou a consolidação da classe C no país e o aumento da renda média familiar em todas as classes, no ano passado. A pesquisa completa você pode baixar aqui.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Vendas pela internet crescem 27% este ano

E as comprinhas online seguem de vento em popa. Olha só os números:

- as vendas pela internet movimentaram R$ 4,8 bilhões entre janeiro e junho de 2009.

- o número de internautas que fez a primeira compra na rede cresceu para 15,2 milhões, o que equivale a uma alta de 32%.

- o valor médio das compras subiu para R$ 323,00 – 5% a mais do que em 2008.


Não vai ter jeito. As lojas físicas vão ter que investir pesado numa experiência de compra que supere a conveniência do comércio online.

via

terça-feira, 2 de junho de 2009

Dia dos Namorados

Foto Everystockphoto - free

Notinha do jornal O Globo de sábado, dia 30 de maio. Segundo pesquisa do CDL-Rio, o comércio carioca espera aumento de 7% nas vendas para o Dia dos Namorados 2009. O gasto médio será de R$ 80. Os itens mais vendidos? Calçados, joias/bijuterias e roupas, respectivamente. E pasmem, os homens são os que mais presenteiam.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Aumenta o gasto médio com higiene e beleza

O gasto médio com produtos de higiene e beleza cresceu 23% no primeiro trimestre deste ano, se comparado ao mesmo período do ano passado. O dado, que faz parte de uma pesquisa da LatinPanel Brasil, mostra que esta é a maior variação do período em relação aos demais segmentos de não-duráveis.

Na segunda posição em termos de crescimento, está o consumo de produtos de limpeza do lar, que registrou um aumento de 17%, seguido de compras de alimentos (15%) e bebidas (9%), no mesmo intervalo. Mais detalhes da pesquisa aqui.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Só no sapatinho

Foto Everystockphoto - free

Pesquisa divulgada ontem no Bluebus diz que a mulherada brasileira tem, em média, 32 pares de sapatos.

O estudo, coordenado por Vanessa Tobias, revela que estas compras são, em sua maioria, realizadas por impulso, mesmo nas classes mais baixas e que o atendimento do vendedor é muito importante. Atributos como design, conforto e durabilidade também são valorizados. Mais detalhes aqui.

terça-feira, 31 de março de 2009

Mulheres gastam mais no período pré-menstrual

Deu na BBC Brasil: um estudo realizado pela Universidade de Hertfordshire, na Grã-Bretanha, revela que durante o período pré-menstrual, a mulherada tende a fazer compras extravagantes e por impulso. De acordo com Karen Pine, que conduz a pesquisa, o comportamento pode ser uma maneira de lidar com as emoções negativas geradas pela TPM.

Viu, taí o argumento que a gente precisava :-)

terça-feira, 24 de março de 2009

Clube dos Desquitados

Ontem no site Bluebus, o Marinho postou mais uma pesquisa bem bacana a que ele teve acesso. O tema? Os descasados.

- no Brasil, já são 10 milhões de pessoas
- 2/3 são homens
- 68% estão na faixa entre 35 e 59 anos
- 7% pertencem à classe A, 28% compõem a B e 44% estão na classe C
- a maior concentração de separados está na região sudeste, 55%
- 27% fizeram pós graduaçao

Agora sobre os descasados das classes A e B:

- consomem 260% mais vinhos e 160% mais uísques importados que os casados
- comer fora faz parte de suas rotinas
- na hora de trocar de carro, levam mais em consideração design e potência
- quase 70% admitem que fazem compras como terapia
- as descasadas consomem 83% mais produtos de maquiagem que a média da população

*Eu não sei se a pesquisa inclui os ex-casais de homossexuais.

De qualquer forma, essa turma tá ou não tá disposta a gastar?

quinta-feira, 12 de março de 2009

Os novos emergentes

Tão em voga quanto consumo consciente, preocupação ambiental e marcas verdes está a baixa renda ou a base da pirâmide (um dos piores eufemismos já criados).
Faz tempo que o assunto vem sendo explorado: palestras, debates, oportunidades de negócio surgidas a partir deste novo mercado e pesquisas, muitas pesquisas para tentar decifrar quem é esse consumidor. Algumas apresentam informações previsíveis, como a importância da família e da igreja para este público e a necessidade de crédito.
Mas o Marinho, do site Bluebus, citou hoje um estudo interessante, divulgado recentemente em São Paulo. Na minha opinião, os dados fogem dos estereótipos e realmente surpreendem.
A pesquisa, sobre o consumidor brasileiro da classe C, que se define como classe média baixa, aponta que mesmo melhorando de vida, 53% dos entrevistados continuariam morando em seus bairros. E mais: eles rejeitam produtos e lugares considerados muito chiques. E aí vem o ponto que o próprio Marinho levantou e que também me deixou intrigada : E o tal do “aspiracional”, onde fica?

Quando as meninas vão às compras

A Elisa Araujo divulgou em seu blog o resultado da segunda parte da pesquisa feita nos EUA pelo canal Nickelodeon. Diz que as meninas começam a pensar em compras por volta dos 10 anos e que encaram a atividade como um programa: ver vitrines, escolher, encontrar amigas nas lojas. Como os meninos, elas estão geralmente acompanhadas de suas mães e levam em conta a reputação da marca na hora de escolher os produtos.
Para as crianças e adolescentes, jeans, moletons com capuz, tênis e t-shirts estão entre os itens favoritos para compra.